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Pranto Em Acalanto
Ribeira Boêmia
Eu nego até o fim
E o destino quis assim
Carregar-me em contramão
Da poeira vi surgir
Uma outra ingratidão
Fiz-me ouvir
Feito pranto em acalanto
O meu canto em tom menor
Não tem dó seu beijo frio
Não me encha de vazio
Feito samba em nota só
Ensejo que permite a ingratidão
Carrego no peito uma dor
Defeito que se abarcou em mim
Nem onda de mar dispersou
Ressaca de amor que não tem fim
Escrita por: Stênio Medeiros / Vinícus Lins. ¿Los datos están equivocados? Avísanos.
Enviada por Kívia. ¿Viste algún error? Envíanos una revisión.



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