
A Saudade Continua
Rio Grandense e Caminheiro
Meu pensamento é uma caixinha de segredo
Onde conserva as ilusões por mim vividas
Velhas lembranças como flores desfolhadas
Na solidão do cipoal de minha vida
A minha infância foi levada mar afora
No triste barco de ilusão que além flutua
Velhos amores mocidade companheiros
Tudo passou mas a saudade continua
Fechando os olhos posso ver com o pensamento
Morrer o Sol no entardecer de minha terra
E além dos montes a fumaça tão branquinha
Se levantar do chaminé de uma tapera
Sinto o perfume de um ipê todo florido
Junto a um riacho onde a noite espelha a Lua
Vejo a escolinha onde brinquei na minha infância
Tudo passou mas a saudade continua
Vejo o caminho onde encontrei com minha amada
Quando parti para viver nesta distância
E trouxe não’alma outro caminho de incerteza
Bem na divisa da saudade com a esperança
Vejo a roseira no quintal de minha casa
Estas lembranças não há nada que destrua
Beijos roubados serenatas madrugadas
Tudo passou mas a saudade continua



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