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Cavaleiros do Infinito

Roberto Agra

Eu canto a vida como canto o amor
Pra afugentar o desespero e a dor
Por isso, há sempre um novo caminho
O Sol nascente e a brotar a flor
Água corrente a descer o rio
Deus deu o frio, conforme o cobertor

A vida e a morte, andam de mãos dadas
Em cada esquina desse mundo cão
Espreitam o homem pra última cartada
E ele se vê na boca de um leão
Enfrenta a lida e terás a vida
Sê livre e forte e vencerás a morte
Pois, no final no campo de partida
Ainda predomina, o fator sorte

Só é escravo quem quer ser escravo
E ser patrão, não quer dizer: Senhor
O que está dentro do homem é sério
É decisão e é razão maior
De mãos atadas, poderá ser livre
Mas, se sub-julgado o coração for
Não o será jamais
Pois haverá temor!

Vem! Pega em minha mão
Milhares de outras pessoas
Também, o farão
Se agarrando às nossas mãos
Da nossa dor não se ouvirá mais grito
Companheiros e amigos seremos
Cavaleiros do infinito

Escrita por: Pe. Reginaldo Lins de Aquino / Roberto Agra. ¿Los datos están equivocados? Avísanos.

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