
Petrolina A Eterna Menina Do São Francisco
Roberto Agra
Petrolina era uma menina
Juazeiro o seu grande amor
Pelas águas, foi rolando um clima
Juazeiro se apaixonou
Cada encontro deixava uma marca
Que crescia, a todo vapor
São Francisco um velho corta-jaca
O namoro, deles, aprovou!
Mas, surgiu um tal de “ nêgo d’ água ”
E a menina, ele amedrontou
E a distância gerou muita mágoa
Que o romance, logo esfriou!
Ana-artesã, “a grande fada”
Uma carranca, ela criou
Com uma cara-de-pau, emburrada
E “o nêgo d’água”, espantou!
E as cantigas do cego Aderaldo
Atiçaram, o amor do sedutor
Que voltou pelo rodeadouro
E o namoro, então se renovou!
Petrolina aquela menina
Centenária, então se transformou
Mas, tão forte feito vitamina
Igualmente como começou!
Passeando pelas agrovilas
Degustando da uva, o sabor
Vendo em casa, a TV Grande Rio
Ou escutando algum locutor
Toda cheia de felicidades
Bem do jeito que o tempo marcou
Numa ponte feita de amizade
Com juazeiro o seu grande amor



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