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A caminhada deu canseira na boiada
E os companheiros me pediram pra parar
Pelo luar eu vi que era madrugada
E o vento calmo não parava de soprar

Eu debruçado numa esteira rente ao chão
Naquela noite cochilei, mas não dormi
Tirei das brasas um toquinho de carvão
E na baldrana estes versos escrevi

Dorme em paz a boiada e os meus amigos
Com suas traias embaçadas pelo pó
Somente o vento testemunha está comigo
Mais uma vez este poeta chora só

E na verdade eu chorei triste lamento
Porque senti tanta saudade de alguém
Embora morta vive em meu pensamento
E estive mergulhado no além

Rompeu o dia e um novo Sol raiou
E a boiada novamente na estrada
E na baldrana veio o vento e apagou
Os versos feitos nesta triste madrugada

Dorme em paz a boiada e os meus amigos
Com suas traias embaçadas pelo pó
Somente o vento testemunha está comigo
Mais uma vez este poeta chora só
Mais uma vez este poeta chora só

Escrita por: Gentil de Lima / José Caetano Erba. ¿Los datos están equivocados? Avísanos.

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