
Minha Terra, Minha Infância
Salvador e Samuel
Quisera que a vida trouxesse de volta
Meus entes queridos que a morte roubou
Meu corpo cansado voltasse à infância
Aos sonhos dourados que o vento levou
A minha casinha que um dia deixei
O tempo impiedoso já desmoronou
Aqueles caminhos tão lindos da roça
A chuva em poças também transformou
A namoradinha do banco da escola
Pelo mundo afora nunca mais eu vi
Talvez me esqueceu ou ainda recorda
Seu pranto transborda tão longe daqui
Quisera rever a velha paineira
Auroras em cores, minhas madrugadas
A Lua prateada, a canção do poeta
As noites de junho, a vendinha da estrada
A velha porteira, o grande curral
Berrante choroso chamando a boiada
Agora distante de tudo isso
Estou submisso à saudade malvada
A namoradinha do banco da escola
Pelo mundo afora nunca mais eu vi
Talvez me esqueceu ou ainda recorda
Seu pranto transborda tão longe daqui



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