
Ventos que Sopram
Sandro Coelho
Ontem eu olhei pro céu
Senti na boca o teu mel
Por entre as nuvens você olhava pra mim
Deusa, envolta de um véu
Junto às estrelas, brilhar
Teus olhos, luzes, fitar
Constelação de um amor
Diante dos olhos, distante da flor
E de repente aquele céu fechou
A nuvem negra teu rosto apagou
Num manto negro evocando a incerteza
Desfeita celestial que fez pra mim
Num temporal que prenuncia o fim
Do amor que nasce e morre em tua beleza
No céu azul dos olhos a tristeza
Ventos que sopram pra levar você
E me deixar com lágrimas nos olhos
Ventos que sopram pra levar o amor
Leve a dor e deixe-me a esperança
O sol que te acoberta vai perdendo a cor
Nos olhos de quem ama, fica a dor
E de repente
Hoje tenho medo de amar
Olhar pro céu, sentir o teu calor
Algo me diz que você não está mais lá, eu sinto
Para quem sofreu o amor é dor
E não traz cura ou paz ao coração
Num sopro te carrega quando cega uma paixão



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