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Hoje eu peço que me entendas
Que nos valha algum amor
No adeus tudo é preciso
Não me beijes nem me prendas
Não se turve a minha dor
No teu olhar indeciso

Hoje sei dos meus caminhos
Já corri muitas moradas
A procurar o meu nome
Nunca foram tão sozinhos
Meus olhos de tantos nadas
Nem tão grande a minha fome

Hoje a vida é mais pesada
Escreve-me o corpo de medos
Tatuagens de incerteza
É das mãos da madrugada
Da solidão dos seus dedos
Que me desenha a tristeza

Hoje eu digo tudo isto
Que sigo a minha viagem
Que o que foi já se desfez
E diria que desisto
Se houvesse em mim a coragem
De ser sincero uma vez

Escrita por: Diogo Clemente / José António Sabrosa. ¿Los datos están equivocados? Avísanos.
Enviada por Mário. Subtitulado por Mário. Revisión por Mário. ¿Viste algún error? Envíanos una revisión.

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