
Curumin Chama Cunhatã Que eu Vou Contar
Serginho Do Porto
Te amo Tuiuti
És amor pra vida inteira
Eu quero ser índio, valente e feliz
No “paraíso” que eu sempre quis
Navegou
Singrando os mares, vindo de além-mar
O vento soprou novos rumos
No afã de encontrar
Riquezas.. Um eldorado de rara beleza
Reflete no olhar, o esplendor da natureza
E quando aqui chegou,
Batalhas enfrentou
Desperta a ira dos tupinambás
Cercado pelo índio brasileiro
Aprisionaram o bravo aventureiro
É noite de luar clareia
O índio canta e dança a noite inteira
“Selvagens” com desejo canibal
Na magia do seu ritual
Caminhando na floresta viu
O nativo e sua bravura
Mistérios na “terra Brasil”
“Devorando” sua cultura
Fugiu…no balanço das ondas do mar
Escreveu sua história
Para o mundo encantar
Hans, heróico, guerreiro
É devorado pelo artista brasileiro



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