
Rei Pequenino
Siba e Fuloresta
Nasce em Belém
Numa estrebaria pobre
Um menino que se cobre
Com panos de algodão
Como um clarão
Surge nos céus do oriente
Uma estrela diferente
Pra mostrar a direção
Para os três reis que virão
Dar presente, entoar hino
Louvando o rei pequenino
Ajoelhado no chão
Na manjedoura
Sem conforto e sem defesa
Sem fartura e sem riqueza
Sem medo e sem valentia
Por companhia animais ruminadores
Um carpinteiro, os pastores
E a sua mãe que dormia
Quando o dia amanhecia
A brisa leve soprava
Sempre que o galo cantava
O rei menino sorria
A todo instante
Que uma mulher dá à luz
Vê-se a feição de Jesus
Numa criança inocente
Como a semente
já tem árvore guardada
Toda criança é sagrada
Não pode ser diferente
É Natal diariamente
Pois, a vida não se cansa
E onde nasce uma criança
Nasce Jesus novamente



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