visualizaciones de letras 227

Semente
Silvestre Kuhlmann
Quero voar, não tenho asas;
Poesia, asa ritmada,
Vem e me acode, sacode o pó,
Me tira do chão!
Poesia, embrião,
Sou da terra, me devolve ao chão!
Me enraíza ao solo e o sol quero ver
Tão constante enquanto mudo,
Mudo.
E ao mudar a estação,
E ao chegar o outono,
Ao caírem as folhas,
Lembrarei que fui sombra, flores, frutos...
E um dia, serei lenha,
Boa madeira,
Talvez um teto,
Uma farta mesa,
Um violão,
Ou terminar como húmus
Chão da nação que amo.
Escrita por: Silvestre Kuhlmann. ¿Los datos están equivocados? Avísanos.
Enviada por silvestre. ¿Viste algún error? Envíanos una revisión.



Comentarios
Envía preguntas, explicaciones y curiosidades sobre la letra
Forma parte de esta comunidad
Haz preguntas sobre idiomas, interactúa con más fans de Silvestre Kuhlmann y explora más allá de las letras.
Conoce a Letras AcademyRevisa nuestra guía de uso para hacer comentarios.
¿Enviar a la central de preguntas?
Tus preguntas podrán ser contestadas por profesores y alumnos de la plataforma.
Comprende mejor con esta clase: