
Vale do Paraíba
Silvestre Kuhlmann
Quase me mata não entrar na mata
Eu quase morro ao não subir no morro
Me dói passar sem ver os passarinhos
Eu não mais rio sem nadar no rio
Já não invento sem sentir o Vento
Me traz alento um viver mais lento
Mais vale o vale que as ações da vale
Mais vale o preto Brás que a Petrobrás
Antes que a vida fique até sem graça
A Graça diz que vai fazer café
Que tudo pode acontecer na praça
Mas que é preciso não perder a fé
Eu subo o morro e fujo dessas guerras
Entrar na mata não vai me matar
Meu vale fica entre duas serras
A Mantiqueira e a Serra do Mar



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