O Vôo
Silvio Sodré
Quando um feiticeiro vil,
apareceu e conseguiu
me afastar do lar
e decolar...
Não. Não me dava ração.
Me alimentei do meu coração.
Me podou no ar.
Agonizei no chão...
Um passarinheiro gentil
me deu de tudo e insistiu
para eu cantar
para ele apreciar...
Não. Não foi de coração.
Prisioneira, sem a emoção
de poder voar.
E secou o meu cantar...
Brisa. Um pássaro surgiu.
Bailou no ar e me sorriu.
Sedução no olhar
e emoção no cantar.
Vencida. Me lancei no ar.
Navegando, dei para cantar.
Aprendi a voar
Lado a lado como um par. Dessa vez, como um par.



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