
Sob o Céu de Janeiro
Sistema Clandestino
Eu já nem sei
Quando tempo faz
Que ali cheguei
Procurando a minha paz
Mas ainda tenho as canções
Criadas naquelas situações.
Foi tudo tão intenso e diverso
O mar, a brisa os luais
Num imenso noturno universo
Sem mais antigos rituais
Já haviam chegado os dias
Das longas libertas alegrias
Um leve vento passava faceiro
E te trouxe a meu encontro
Sob aquele céu de janeiro
Que jamais haverá outro
Pelo menos enquanto a distância
Impedir essa nova experiência.
Eu só posso dizer
Quanta falta faz
Que até vou reconhecer
Preciso de você, rapaz
Para seguir nas direções
Perdidas ao final dos verões.
Sim, é renovada a chance
Do nosso universo parceiro
E todo prazer em alcance
Estamos sob o céu de janeiro



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