Pé Na Estrada
Tato Moura
Simbora, de pé, irmão de estrada
Que ainda é muito cedo pra desanimar
Cinco séculos passaram
E essa encruzilhada
Também há de passar
Então se atina pra jornada
Pois não fazer nada não ajuda não
E cuidado com o salto
Quem tá sempre por alto
Não acha o chão
Então pega as trouxa, moleque
Vamos batalhar
O mundo vem revolucionar
E vem pra cá no domingo
Fazer o samba ao entardecer
E refazer a força pra lutar
Simbora quem vive do seu trabalho
Que ninguém tem mais o que temer
É tanto suor não pago
E ainda tem afago
Pra dar e receber
Chegará nossa hora
Vê se não se afoba e não vá demorar
E traz sempre um sorriso
Pois com riso contido
É mais difícil de sonhar
Então pega as trouxa, moleque
Vamos batalhar
O mundo vem revolucionar
E vem pra cá no domingo
Fazer o samba ao entardecer
E refazer a força pra lutar



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