
1965 (Incidental: Travessia)
Tavinho Moura
Quando eu pus o pé na estrada
Não sabia de estrada nenhuma
Nem via que caminhava
No tempo em que caminhando eu ia
Muita coisa acontecendo, 1965
O mundo me invadia
A cabeça era um redemoinho
O rumo eu fui fazendo sem saber que o fazia
Ouvindo meu Miles Davis e vendo meu Fellini
Cada um dos meus sentidos bebia daquela fartura
A vida era teatro, cinema e literatura
Aí eu fui descobrindo o que era meu destino
Falar dos sonhos do homem com coração de menino
Fazer amigo e amiga
E levar por toda vida
Seguir apaixonado
Fazer a coisa bonita
Caí na vida e na música
Que abriram meu horizonte
Atrás eu vejo estrada
Caminho eu vejo à frente



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