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Do Carvão Ao Diamante
Teatro Asfalto
Nasce um dia sem luz , tua cidade se perguntou ,
Já dizia a cartomante o futuro era um só ,
Toda a tua rua implorava explicação ,
Toda a avenida caminhava em contra-mão,
E sob os nossos pés não havia mais chão,
O meteorologista caiu em contradição,
O bicentenário naufragou com a multidão,
A formiga e o astronauta eram a mesma direção.
E sobre as nossas cabeças se fazia outro chão,
Nascia outro céu, ardia outro sol,
Mas nenhum de nós foi mutante o bastante,
Pra se fundir na luz do carvão ao diamante.
Escrita por: Teatro Asfalto. ¿Los datos están equivocados? Avísanos.
Enviada por Thomas. ¿Viste algún error? Envíanos una revisión.



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