
Ciro Gavião
Telmo de Lima Freitas
Gaudério Ciro Gavião
Marca e sinal de Itaqui
Cada vez que encolho o braço
Sempre me lembro de ti
Meu velho irmão de fronteira
Que, passando, pisa e vai
Uma tropa de cantiga
Pro peão de estância cantar
Teu laço de couro cru
Sovado à custa de pealo
Segue atadito nos tentos
Quando se monta a cavalo
A carreta que cantava
Com tanta sabedoria
Segue a mesma trajetória
Na soma do dia a dia
Nos entreveros de trago
Velho Ciro macanudo
Te vejo golpeando um gole
Quase com garrafa e tudo
Quando um pealo de cucharra
Quase infla o peito no chão
Lembro do pealo fatal
Que levou Ciro Gavião
Se o patrão te desse folga
Pra visitar Itaqui
Trancava o pé na macega
E não saias daqui
Pra vim ver-te novamente
Com noite, trago e violão
E sufocar num abraço
A tua Guiles, Gavião



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