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Rancho Saudade
Telmo de Lima Freitas
Rancho que já foi morada
Peleando para ficar
Restam apenas tronqueiras
E um catre cansado de tanto esperar
Da alegria desse rancho
A solidão se adonou
Da terna brisa festiva
A negra saudade por certo ficou
Nem um latido de cusco
Nem um sinal de um fogão
Como se a doce quimera
Daquela tapera virasse carvão
Quando o silêncio da noite
Chama por quem já partiu
Ensimesmada coruja
Ensaia tristonha seu último pio
Marco de pedra e taquara
Sem entrada, nem saída
Como se o tempo carancho
Levasse do rancho o resto de vida
Escrita por: Telmo de Lima Freitas. ¿Los datos están equivocados? Avísanos.
Enviada por Roos. ¿Viste algún error? Envíanos una revisión.



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