
O Vaqueiro e o Aboio
Téo Azevedo
Um aboio de vaqueiro
É um canto improvisado
Entoando as vogais
Na sua lida com gado
É canto gregoriano
Ninguém sabe explicar
A toada é dolente
Faz o boi acompanhar
Guarda-peito e perneira
Chapéu de couro e gibão
Um rosário e as luvas
Pra derrubar barbatão
Essa é a sua vida
Da caatinga ao marmeleiro
Cavalo bom de trabalho
Pra correr no tabuleiro
Na caatinga o vaqueiro
Conta as suas proezas
Sua saga pelos campos
Na alegria e tristezas
Nas quebradas do sertão
Esse canto é guerreiro
A canção da união
É o aboio do vaqueiro
O viver de um vaqueiro
É gado, campo e cavalo
A cantiga do aboio
Cria a vida num estalo
Existe um mote antigo
Lá nas bandas do meu chão
Eu sou um pobre vaqueiro
Boiadeiro é meu patrão



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