
Lapa, a Estrela da Noite Carioca
Thiago Acacio
A Lapa é tua, é minha, a Lapa é nossa
Dos malandros e madames
Estrela da noite carioca
Eu vi (ah eu vi)
Os escravos na construção
Do aqueduto que um dia seria
Cartão postal e fonte de inspiração
Entregue a esta magia
Ao fruto da minha imaginação
Quando eu li o enredo do poeta
Delirei de emoção
As águas de Oxum
Sob as bençãos de Oxalá
Saciou a sede do sinhô e da sinha
Esses arcos tem magia
E muita história pra contar
O malandro dá rasteira
Faz sorrir e faz chorar
E ai, com a chegada da nobreza
O luxo e a riqueza dominavam o salão
No badalar do sino da igreja
A arte ganhou vida de Debret a Selaron
Pelas ruas e becos caminhei
E nos botecos eu também beberiquei
Nos cabarés muitas mulheres eu beijei
Eu fui feliz onde madame foi rei
Em meu delirio fascinante
Eu vi seu Zé, o grande protetor da Lapa
De térno, gravata e chapéu panamá
A minha Caprichosos ele veio abençoar



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