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Flor Apanhada
Tiago Gasta
De tudo que pôde pegar da vida, apanhou
Ela pensava ser o inferno o bairro onde morava
Foi levando a vida empurrada pelo tempo
Quando foi jogada pra fora
Não teve tempo pra entender
A violência que tinha passado
Depois de algumas garrafas na cara
Auto-mutilada, discriminada
Renegada, reduzida a nada
O marido quando bebe fica de cabeça quente
Coagida, escondida na casa de parentes
Um dia num delírio de dor
Quase se enforcou com o velho terço
Que trazia nas mãos.
Escrita por: Luciano De Sá / Tiago Gasta. ¿Los datos están equivocados? Avísanos.
Enviada por Tiago. ¿Viste algún error? Envíanos una revisión.



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