
Punhal da Falsidade (Mulher Sem Nome)
Tião Carreiro e Pardinho
Deixe
Esta mulher cheia de anéis
Junto com seus coronéis
Em delírio a beber
Deixe
Que ela erga sua taça
Em saúde da desgraça
Que arruinou o meu viver
Deixe
Que ela siga vida louca
Beijando de boca em boca, tudo isso terá fim
Eu, que lhe dei um amor puro
Hei de vê-la no futuro, pagar o que fez pra mim
Eu quero vê-la chorar de saudades
Lembrar os tempo em que foi tão feliz
Quando o punhal de sua falsidade
Deixou em minha alma essa cicatriz
Viro-me o rosto e pelas madrugadas
Eu seguirei com a dor que me consome
Tal qual um boêmio sem rumo e sem nada
Pela traição de uma mulher sem nome
Deixe
Esta mulher cheia de anéis
Junto com seus coronéis
Em delírio a beber
Deixe
Que ela erga sua taça
Em saúde da desgraça
Que arruinou o meu viver
Deixe
Que ela siga vida louca
Beijando de boca em boca, tudo isso terá fim
Eu, que lhe dei um amor puro
Hei de vê-la no futuro, pagar o que fez pra mim
Eu quero vê-la chorar de saudades
Lembrando o tempo em que foi tão feliz
Quando o punhal de sua falsidade
Deixou em minha alma essa cicatriz
Viro-me o rosto e pelas madrugadas
Eu seguirei com a dor que me consome
Tal qual um boêmio sem rumo e sem nada
Pela traição de uma mulher sem nome



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