
O Rato Derrubou
Toinho de Aripibú
Antigamente quando no mundo eu vagava
Descobrir que precisava de alguém para mim,
Guardar. Alguém forte, que me desse segurança,
Que estivesse comigo, sempre em qualquer lugar.
Procurei muito, mas finalmente encontrei,
Fui numa feira e comprei: o meu santo protetor.
Amarrei, ele, em um prego da parede,
Pertinho da minha rede, venho um rato e derrubou.
Caiu, quebrou-se, ficou todo espedaçado,
Vendo o meu santo quebrado, não pude compreender.
Aquele santo em quem confiava tanto,
Por que caiu do seu canto, por que veio a perecer?
Havendo isso, eu perdi a esperança,
Acabou-se a confiança e a razão foi
Porque, ele era fraco, muito fácil se quebrava.
Esse santo precisava de alguém lhe proteger!
Mesmo tristonho, e decepcionado,
Juntei meu santo quebrado, pensei em recuperar!
Juntei os cacos e botei dentro de um saco,
Levei a uma cerâmica para o olheiro concertar.
Ele me disse: não precisa gastar tanto.
Jesus cristo é o santo. Ele quer te libertar.
Eu aceitei, ouça o que aconteceu,
Pois o concerto do santo, quem precisava era eu!



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