Lendas de Xangô
Ulisses
Kaô meu pai kaô
Preparo o amalá na avenida
Bato cabeça e vou cantando em seu louvor
Sou Esperança exaltando o Rei Xangô
Kaô meu pai kaô
Preparo o amalá na avenida
Bato cabeça e vou cantando em seu louvor
Sou Esperança exaltando o Rei Xangô
Conta a lenda que o Rei Xangô
Nas terras de Oyó, o justiceiro
Pediu perdão, libertou Oxalufã
Sete anos seu prisioneiro
Encanto, vaidade e beleza
A Deusa com o Rei se casou
Não atendeu os prazeres de Xangô
Na torre seu lamento ecoou
Ôô Oxum, ôô Oxum
Livre voa a pomba
Alcança o infinito
E faz o céu azul ficar bonito
Ôô Oxum, ôô Oxum
Livre voa a pomba
Alcança o infinito
E faz o céu azul ficar bonito
Iansã
Nas batalhas ao lado de Ogum
E Obá a esposa rejeitada
Nas matas Oxóssi abrigou
Temendo a filha de Nanã
As águas Oxum se entregou
E trouxe o mensageiro a magia
Os trovões se manifestam dando fim a imensidão
Rasgam o chão da terra, raios divinais
Eis o despertar dos Orixás



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