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Quarto 58

Vallencia

Eu não vou mais me levantar, para te dizer adeus
Feridas sujas, com pólvora, corroem o meu peito
Se as lágrimas caíram, tão lentamente em nossa despedida
Será porque, seu peso, não fui suficiente

Olhando pra esse teto não familiar
Que me faz lembrar
Que o futuro é vil
E que faz fingir
Que já é o fim de abril

Boas lembranças em algum lugar do tempo
Vagas memórias que interpretam meu silencio
As gotas deste soro não cessam
A porta ao lado, não se abre
A luz que me cega, não se apaga

Água nas mãos para tirar
O sangue que escorreu
Congelar seu olhar, porque não vai mais voltar
Distancia entre as mãos, não mais
Congelar seu olhar, porque não vai mais voltar
Distancia entre as mãos.
...

Depois de cair, vejo tubos e agulhas entrando em mim
Só que sei que não posso tira-los...
Eles me fazem contar os meus dias de vida
Me fazem somar os minutos que estive longe de você
E as horas, os dias, que existi ao seu lado
Tempos incertos em que me afundam em aversão
Sob frases típicas de uma temática ultrapassada
Mas algo me faz crer que o amor ainda é maior
Seja lá onde estiver o amor ainda é maior.

Água nas mãos para tirar
O sangue que escorreu
Congelar seu olhar, porque não vai mais voltar
Distancia entre as mãos, não mais
Congelar seu olhar, porque não vai mais voltar
Distancia entre as mãos.
...


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