visualizaciones de letras 159

Altar de Lama

Vicente Celestino

Bem sei que a voz do povo me condena
Ao ver-me mal vestido a tropeçar
Bem sei que esta bebida me envenena
Mas sem beber não poderei sonhar
A sarjeta da rua é o último abrigo
De quem já teve um sonho multicor
Disse-me adeus o derradeiro amigo
Ao ver-me sem fortuna e sem amor

Amei um dia alguém, ardentemente
A brasa te incendeia os ideais
Tem como o seu destino tão somente
Ter um pouco de cinzas e nada mais
Deixa que o mundo fale, fale deste drama
Deixa-me, deixa-me aqui eu choro e vivo a cantar
Um poeta já disse que quem ama
Pode fazer da lama o teu altar

Escrita por: Orestes Barbosa / Vicente Celestino. ¿Los datos están equivocados? Avísanos.

Comentarios

Envía preguntas, explicaciones y curiosidades sobre la letra

0 / 500

Forma parte  de esta comunidad 

Haz preguntas sobre idiomas, interactúa con más fans de Vicente Celestino y explora más allá de las letras.

Conoce a Letras Academy

¿Enviar a la central de preguntas?

Tus preguntas podrán ser contestadas por profesores y alumnos de la plataforma.

Comprende mejor con esta clase:

0 / 500

Opciones de selección