
Ju-ão
Vicente Celestino
Lá na prateleira de um bazar
Moravam dois bonequinhos de pano
Ninguém se lembrava de os comprar
Passavam de um mês
Passava um ano
Mas para o boneco de repente
A vida transformou-se num dilema
Notaram a bonequinha inteligente
E levaram a bonequinha pro cinema
Hoje a bonequinha vive cortejada
Dorme entre sedas, não lhe falta nada
E já nem sequer se lembra que ainda existe
Lá jogado num bazar
Um bonequinho triste
Mas se quer tirar alguém do coração
Fica zangadinha chama de Ju-ão
E o bonequinho triste daquele bazar
Diz que ele é Ju-ão também
E pra boneca ele é um Ju-ão-ninguém



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