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Adeus Mocidade

Vieira e Vieirinha

Quando eu era mocinho
Tristeza eu não conhecia
Fui peão, fui cantado
Pra mim só foi alegria
Comprei um burrão ligeiro

Por nome de Ventania
Amansei foi do meu jeito
Não trocava e não vendia
Confesso de coração
Na garupa do burrão
Moça feia não subia

Meu Deus que coisa gostosa
Quando tinha montaria
Domingo depois do armoço
A gente se adivirtia
Montando em burro brabo
Do lombo ninguém caía

Na mangueira da fazenda
A gente passava o dia
Não sai mais do meu sentido
Quantos beijos escondido
Eu ganhava e não perdia

Nas festa de mês de junho
Era muita regalia
Se eu fosse nas festa
Meus amores lá não ia
Eu passava a mão na viola

O pagode amanhecia
A menina mais bonita
Do meu lado já pendia
Eu não conheci fracasso
Minha viola era um laço
Laçava quem eu queria

Depois que o galo cantava
Vou contá o que acontecia
A menina mais bonita
Comigo ela seguia
Meu burrão bão de garupa

Tinha pisada macia
A menina na garupa
Me apertava e dizia
Meu benzinho, estou contente
O amor quando é quente
Não tem madrugada fria

Escrita por: Lourival dos Santos / Milton José / Sebastião Victor. ¿Los datos están equivocados? Avísanos.

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