O Dia Da Caça
Voluttà
Tudo já foi dito
Nos primeiros suspiros
Tava tudo escrito
Desconstruído
Quando do escuro
Tudo se fez luz
Tudo se fez luz
Há uma cova rasa
Esperando tanta vida
Pra coroar
Um falso rei de si
Comeu a carne pra comemorar
Afagando seu fiel companheiro
Falou das escrituras sagradas
Entre linhas de pó, tão só, tão só
Acendeu uma vela
(Pra cada santo)
Sem saber rezar
Procurando salvação
Em qualquer bazar
Quando o coração distante
O toque mais sutil não diz
A força do oceano
Não mexe em nada não
Um momento difícil
De igrejas cheias
De fábricas vazias
E fé de chumbo
Quando falta pão
E o circo já não gira
A arma vem a mão
Vai esperar na esquina
A aura indefesa
Que alma despreza
Em uma reza descrente
O desespero da espera
A espreita no escuro
O expurgo do medo
Um segredo obscuro
O futuro um segundo
Um mundo inseguro
Pra quem já teve tudo
E agora é a presa
Teve medo de sair na rua
Medo da escuridão
Teve medo de ficar à toa
Medo desse mundo cão
(Quem julga tem razão)
(Justiça - talvez - não)
(Quem morre encontra o óbvio)
(Acaba a emoção)
Há uma cova rasa
Esperando tanta vida
Pra coroar
Um falso rei de si
Na hora H o caçador vai ver
Nos olhos da caça todo o poder
Da misericórdia e sussurrar
Agora chega!



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