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Moro no mato
Meu casebre está caindo
Mas vivo sempre sorrindo
Lá no fundo do sertão

Quando eu acordo
É alegre as madrugada
O cantar das passarada
Faz doer meu coração

Quando eu levanto
No meu rancho de sapé
Eu mesmo faço o café
E apronto logo o virado

Muito contente
Vou no canto da paioça
Pego a enxada e vou pra roça
Pra limpar o meu roçado

De tarde eu vorto
Muito contente cantando
Lá no rancho eu vou entrando
E a muié vem me encontrar

Eu guardo a enxada
E visto quarqué roupinha
Depois vou lá pra vendinha
Para umas horas passar

Lá pras dez horas
Na venda deixo a trucada
Digo adeus pra rapaziada
No meu rancho eu vou deitar

Vivo feliz
E digo de coração
Abandono o meu sertão
Quando a morte me buscar

Escrita por: Alcindo Machado / Augusto Toscano. ¿Los datos están equivocados? Avísanos.

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