
Morte da Sucuri
Zé Carreiro e Carreirinho
Eu arrecebi uma carta
Em uma folha de papel
Notei na caligrafia
Que era letra de mulher
Me chamando com urgência
Lá pro Rio Itararé
Ai, ai, ai, pra matar uma sucuri
Brava que nem um tornel
Pedro Lopes de Oliveira
Levemo pro Itararé
De longe avistemo a cobra
Regorjeando no Iguapé
Falemo pro Pedro Lopes
Atire como quiser
Ai, ai, ai, o Pedro é corajoso
Dali não arredou o pé
Nóis fizemo um tiroteio
De revólver Lafourche
A cobra era perigosa
Que não era pra qualquer
Nóis matemo a sucuri
Parece mentira até
Ai, ai, ai, pra ver a coragem do homem
Na beira do Itararé
Pra tirar a cobra pra fora
Quase que nóis dá o tropé
Tinha trinta e cinco metros
Que lotou meu Chevrolet
Acabou a sucuri
Que gente dava troféu
Ai, ai, ai, agora pode ir sem medo
Pra pescar no Itararé



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