Praça da Sé
Zé do Cedro e João Pinheiro
Aqui na cidade grande
Não é lugar de caboclo
Quem nasceu lá no interior
Não suporta este sufoco
Poluição arde a vista
E o barulho não é pouco
A violência me assusta
É uma coisa de louco
Por mais que a polícia pule
Assalto não diminui
É um crime atrás do outro
No transporte coletivo
O povo anda sufocado
Chega até onze pessoa
Dentro de um metro quadrado
Essa gente sofre muito
É transportada que nem gado
Passageiro arrisca a vida
Na porta dependurado
Nas capitais do Brasil
Roubam carro e ninguém viu
Bancos são sempre assaltado
Vamos pedir pra Jesus
Pra salvar os inocentes
A Previdência falida
Não dá conta dos doentes
Nas portas de hospitais
Chegam morrer pacientes
Bala perdida atinge
Fere e mata inocentes
Carro e moto na cidade
Em alta velocidade
Atropela tanta gente
Vou trocar o apartamento
Por um rancho de sapé
No chão de Minas Gerais
Na cidade de Iguapé
Não quero ver mais fumaças
Saindo das chaminé
Vou curtir a minha vida
No interior se Deus quisé
Adeus São Paulo querido
Um abraço meus amigos
E adeus Praça da Sé



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