Onça Preta
Zebeto Corrêa
A jaguara é onça preta
Come homem no sertão
Quando mia faz careta
Mais parece assombração
Tatu peba quando foge
Cava uma cova no chão
Levo junto do alforje
Rifle de repetição
Ê, meu facão guarani que se quebrou
Quanto mais o tempo passa
Mais esgarça o que sobrou
Ê, meu facão guarani que se quebrou
Cada quadro na memória
É uma história que findou
A canoa desce o rio
Que nem a lua no céu
Do meu canto puxo um fio
Feito abelha faz o mel
A viola é uma moenda
Mói a dor e faz canção
Cantoria é aguardente
Que embriaga o coração
Espora de prata risca o lombo do baio
Tudo o que eu tenho cabe nesse balaio
Morena de jambo escancara a janela
Tudo o que eu canto foi feito pra ela...



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