
Benzedura
Angelino Rogerio
Se inicia a benzedura
Pelo sinal da santa cruz
Ramo de arruda e água pura
Evocando o bom Jesus
Se prometes para o divino
Numa mesa de inocentes
Não se esqueça que o Deus menino
Vai te cobrar daqui pra frente
Tem que benzer a tormenta
O de cima, o de baixo e o do meio
É melhor com água benta
Pra espantar o tempo feio
Santa bárbara é proteção
São jerônimo é seu parceiro
Acalma o vento e o trovão
Que é de cruz um companheiro
O velório dos anjinos
Que nos legou Portugal
É uma forma de carinho
Pra o filhinho angelical
Pra benzer cobreiro brabo
Com ramo em forma de cruz
Corta cabeça e corta o rabo
Tudo em nome de Jesus
Santa luzia da visão
São brás a dor de garganta
A dor das mãos meu são João
A dor da alma não tem cura
Não há reza nem benzedura
Não adianta fazer promessa



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