
Céu de Botequim
Carlos Villela
Depois daqui, se minha alma tiver solução
Não quero rosas nem anjinhos com lira na mão
Porque boêmio nem é santo
Nem quer cantar a paz
Quer ter samba, cantoria e muito mais
No botequim, céu da minha religião
Tem batuque, tem morena e violão
No botequim, céu da minha religião
Tem batuque, tem cachaça e violão
Deus, a canção venha, me valha, não me deixe só
Nessa hora que haja vida e que seja melhor
Em liturgia de poeta e cantador
Amargura não se cria, não, senhor
Em liturgia de poeta e cantador
Amargura não se cria
Não, senhor
No botequim, céu da minha religião
Tem batuque, tem morena e violão
No botequim, céu da minha religião
Tem batuque, tem cachaça e violão
Deus, a canção venha, me valha, não me deixe só
Nessa hora que haja vida e que seja melhor
Em liturgia de poeta e cantador
Amargura não se cria, não, senhor
Em liturgia de poeta e cantador
Amargura não se cria
Não, senhor
No botequim, céu da minha religião
Tem batuque, tem morena e violão
No botquim, céu da minha religião
Tem batuque, tem cachaça e violão



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