
Deusa da Floresta
Damasco e Damasceno
Índia morena, eu bem sei, tu és a deusa
Da tua raça que se dizem de selvagem
Porque tu queres misturar-te à natureza
Vive escondendo o teu corpo nas ramagens
Somente o sol, as estrelas e a lua
A passarada, a floresta e os animais
Que enxergaram com a pele quase nua
E depois deles eu que vi e ninguém mais
Tem no lendário que tu és a sempre viva
Portanto és deusa da floresta multicor
A tua gente a teus pés é tão cativa
E sente honra guerreando a teu louvor
Se tu ordenas tua gente, teus guerreiros
Se atracarem em batalhas tão voraz
Já que teu povo te demonstra ser ordeiro
Em vez de guerra por que tu não gritas paz
Tu és a deusa da floresta e da guerra
Se tu quiseres ser a deusa do amor
É só deixar a tua gente, a tua terra
Vir ao meu lado e acalmar a minha dor
Tu és a quase imortal deusa guerreira
Por que não troca sendo deusa da amizade
Tu continuas sendo deusa a vida inteira
Venhas comigo, serás deusa da cidade



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