É que a saudade me mata
A distancia maltrata
Ë que a distancia maltrata
A saudade me mata


Doze de Maio chuvoso de setenta e tres
Que esta lhe encontre
Em gozo de felicidade
Se não escrevi a mais tempo
Foi o próprio tempo que não me deu tempo
Hoje lhe escrevo contando minhas novidades


Quando eu cheguei era manhã
Fazia frio e um vazio dentro em mim
Nas mãos a mesma esperança
No peito a minha ilusão
Sem saber prá onde ir


É que a saudade me mata....


Banana D'agua é nanica
tangerina é mexerica
Sinto falta do luar
No mais tudo é igual
Abraços e ponto final
carnaval eu chego lá

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