
Maria e Marquin, Ao Amigo Patativa
Eugenio Leandro
Manancial de melancia
Mané magro martelando mato morto
Maria e Marquin, Maria e Marquin
Quantas vêis nós num se ia
Tirar pitomba do pé, ciriguela amarguenta
Amargando as vidas de Maria e Marquim
Maria e Marquin
Adepois me escrevero
Dizendo só de São Paulo
Maria e Marquin, coração que nem um talo
Um talo seco é maneiro
Desprende voo que nem avião
E quando é verde pesa, pesa
E pende a carnaubeira
Mas, é na capoeira que ele se aninha
E de todo jeito espinha, Maria e Marquin
E adepois que vira gaiola
Parte pra longe prender passarim
Coitado de Maria, coitado de Marquin
Eles sabem o camin, mas não podem voltar



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