Alma Campesina
Fábio de Oliveira
A minha vida é urbana, a alma segue campesina
E ela para vir comigo, pediu varanda e lamparina
Também foi pedido dela, veio a trote do rincão
Na baia o cavalo negro, morreu no brete solidão
Uma pergunta não cala
No flanco da minha cidade
(Porque tábuas de costaneira
E luxo na outra metade.)
Na simplicidade encontro a razão, pois comigo está um campeiro coração
Minha alma e eu queremos ser felizes, e ela quer manter antigas raízes
Na simplicidade encontro a razão, pois comigo está um campeiro coração
Minha alma e eu queremos ser felizes, e ela quer manter antigas raízes
Os meus cachorros fazem ronda, prepara o mate a companheira
Cambona e erva tudo igual, vertente água de primeira
Faço meu fogo de chão, a fumaça é matreira
Do prédio reclamam vizinhos, liberdade com barrerias
Por juiz fui intimado
O rancho quebrou paisagem
Desculpe o réu, não sou eu
Sou do coração a imagem



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