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Juma Marruá

Flávio Penido

A deusa pantaneira não se deixa observar
Ela se aproxima como um raio ao luar
O rosto selvagem disfarçando o seu olhar
São facas de dois gumes, você tem que desviar
O como uma fera está pronta pra atacar
Deus é que me livre desse bicho marruá
E vive na tapera, tem seu jeito de pensar
Quando vira onça não tem como escapar

Ah, Juma Marruá
Eu conto a sua história pra você se libertar
Ah, Juma Marruá
Eu conto a sua história pra você se me libertar

Tem cheiro de desejo e beleza de cegar
Tem mistério na alma e feitiço no olhar
Em noite estrelada quando sai pra caçar
Ela está no cio, mas tem medo de amar
Parece até folclore, uma história popular
Mas digo que é verdade e não tem como negar


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