
Almas Simples
Francisco Alves
Flor humilde, delicada
Cor de rosa enrubescida
Vive só, desconhecida
Dos encantos descuidada
Alma triste, sertaneja
Sem vaidade, sem temor
É uma inata e linda flor
Que deslumbra e que viceja
Alma simples, sertaneja
No seu meio sonhador
Entre cantos, casta e pura
Com o ardor da natureza
Acalienta-lhe a beleza
E colora a formosura
No seu peito virginal
Inda o amor não despertou
Outro ser que inda encontrou
Que pusesse, num madrigal
No seu peito virginal
Onde a luz do céu brilhou
Flor humilde, delicada
Que beleza sem igual
És a graça virginal
Na rudeza abandonada
Tu és a deusa
Tu és a fada
Tu és a graça virginal



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