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No meu banco de cedro, antigo, corroído assim como eu
Cá estou vendo o pôr do Sol na pintura feita por Deus
Sempre assim no final do dia, cada vida no seu lugar
Passarada volta cantando para os ninhos lá no pomar
Galinhada vai pro poleiro, a vacada a ruminar
A porcada lá no chiqueiro já começa a se aquietar

Tiro minhas botinas e só fico a assuntar
E pitando meu palheiro, vejo a tarde se afastar

Meu cachorro, um perdigueiro, companheiro sempre fiel
Cochilando aqui no chão, quando então escurece o céu
Mas depois feito sementeira, no espaço vejo brotar
Um infinito de estrelas que chegando faz clarear
Comunhão entre a terra e o céu refletindo no meu olhar
Nessa hora eu sinto Deus, entre luzes me visitar
Tiro minhas botinas e só fico a assuntar
E pitando meu palheiro, eu vejo a noite chegar


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