Suscríbete
Visualizaciones de la letra 34

Alfaiatarias da Vida

Jorge Alfredo

Em matéria de amor
Ninguém, pode se dizer poeta
Em matéria de amor
Ninguém, pode se dizer doutor

Sempre aflito, a voar
Perdido
Nas asas disparadas
De um condor

Mesmo na alegria do leito
Estamos sempre indefesos
Na trilha, da armadilha
Que o desejo impõem

E o que dizer dos botões, caídos
E suas casas vazias
Nas alfaiatarias da vida
Cheias de alfinete e agulha
Daquela que fina mergulha
A costurar todo dia
Os trapos da nossa agonia

E nossos fracassos de amor
Sempre, sem anestesia
Sem se importar com a dor
Sempre, sem anestesia

Em matéria de amor
Ninguém, pode se dizer poeta
Em matéria de amor
Ninguém, pode se dizer doutor

E o que dizer dos botões, caídos
E suas casas vazias
Nas alfaiatarias da vida
Cheias de alfinete e agulha
Daquela que fina mergulha
A costurar todo dia
Os trapos da nossa agonia

E nossos fracassos de amor
Sempre, sem anestesia
Sem se importar com a dor
Sempre, sem anestesia

Em matéria de amor
Ninguém, pode se dizer poeta
Em matéria de amor
Ninguém, pode se dizer doutor

Escrita por: Jorge Alfredo, Patinhas. ¿Los datos están equivocados? Avísanos.

Comentarios

Envía preguntas, explicaciones y curiosidades sobre la letra

0 / 500

Forma parte  de esta comunidad 

Haz preguntas sobre idiomas, interactúa con más fans de Jorge Alfredo y explora más allá de las letras.

Conoce a Letras Academy

¿Enviar a la central de preguntas?

Tus preguntas podrán ser contestadas por profesores y alumnos de la plataforma.

Comprende mejor con esta clase:

0 / 500

Opciones de selección