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Cantar Alentejano
José Afonso
Singen im Alentejo
Cantar Alentejano
Sie hieß CatarinaChamava-se Catarina
Der Alentejo sah sie geborenO Alentejo a viu nascer
Bergbauern sahen sie lebendigSerranas viram-na em vida
Baleizão sah sie sterbenBaleizão a viu morrer
Säerinnen in der kalten MorgenluftCeifeiras na manhã fria
Blumen werden ihr aufs Grab legenFlores na campa lhe vão pôr
Die Wiese wurde rotFicou vermelha a campina
Vom Blut, das damals flossDo sangue que então brotou
Beruhige den Zorn der WieseAcalma o furor campina
Denn dein Weinen ist nicht zu EndeQue o teu pranto não findou
Wer Catarina sterben sahQuem viu morrer Catarina
Vergibt nicht dem, der sie töteteNão perdoa a quem matou
Die weiße TaubeAquela pomba tão branca
Will jeder für sichTodos a querem p´ra si
Oh, verbrannter AlentejoÓ Alentejo queimado
Niemand erinnert sich an dichNinguém se lembra de ti
Die schwarze SchwalbeAquela andorinha negra
Schlägt die Flügel, um zu fliegenBate as asas p´ra voar
Oh, vergessener AlentejoÓ Alentejo esquecido
Eines Tages wirst du wieder singenInda um dia hás-de cantar



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