O mequetrefe atacou todo o seu ódio em mim
Se fosse um tempo atrás, ahn, seria meu fim
Mas eu tô bem de esquiva e o soco passou
Ele, outro soco tentou, mas acertou o vazio
Ah, ele era barril, viu?! Curva de rio, tio!
Esforço inútil, me deu calafrio
Eu tô num beco sem saída
Mas também não vou correr
Agora prego cê pagou pra ver pra ver!

Eu faço tudo pra não entrar numa guerra
Mas se entrar não vou parar de guerrear
Ninguém mandou você vir me aperrear
Vai tomar madeirada!
Eu faço tudo pra não entrar numa guerra
Mas se entrar não vou parar de guerrear
Ninguém mandou você vir me aperrear
Eu vou te madeirar!

Ele veio lá da Calábria
Seu braço é uma arma que tem alto calibre
Mas só que agora eu assino a sua eutanásia
A minha ira é um câncer que não te deixa livre
Meu punho colide com o peso de um tanque
Tem água na minha casa, mas me banho no sangue
Me chamou pra dançar e agora não quer que eu sambe
Eu não vou evitar que a sua cara esculhambe
E a cara do porco fica feito um balão
E feito um João bobo sofre na minha mão
Na frente do povo, vacilão cai no chão
E eu continuo a sessão
E piso de novo com a sola do pé
Cê tentou a sorte, mas não teve axé
Se não acredita, venha ver, São Tomé
Que vai botar uma fé!!!

Beatrix Kiddo, liquido
Com golpes de aikido acerto o pé do ouvido
Ouvindo o seu gemido sofrido, decido
Parar de te bater pra não sujar o meu vestido
Venham com fé conferir
A derrota de quem com ferro feriu
Acha que dá pé, vem na fé me ferir
Venha conferir, venha conferir!

Eu faço tudo pra não entrar numa guerra (Crash!)
Mas se entrar não vou parar de guerrear
Ninguém mandou você vir me aperrear (Crash!)
Vai tomar madeirada!
Eu faço tudo pra não entrar numa guerra (Crash!)
Mas se entrar não vou parar de guerrear
Ninguém mandou você vir me aperrear
Eu vou te madeirar! (Crash!)

Eu vou te madeirar! (Crash!)
(Crash!)

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