
Catando Caminhos
Júlio Nobre
Vi um sorriso brilhando no escuro
Trancado sozinho na borda do mundo
Catando caminhos, revirando um momento
Que surge sem nada a dizer
Eu vi, olhei para esse ser invisível
Coberto por trapos tão amargos
Perdido em seus pensamentos, com o peso da soma dos dias
Na noite que insiste em ficar
Para onde foram os sonhos de uma infância que, agora, tão desgastada
Na vala comum dos dias?
Sinto a criança correr
Brincando a vida, alegria
Para onde foram os sonhos de uma infância que, agora, tão anulada
Na vala comum dos dias?
E a dor a entorpecer
A manhã acorda e reafirma
No Sol, a escuridão



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