Aos Olhos do Luar
Leonardo Diaz Morales
Decididamente bela
Saíste à janela
Envolta de luar
Meu olhar, tão de mansinho
Brejeiro, fez ninho
Para te encontrar
A noite, então, tornou canção
De um jeito que ninguém diz
Místico ritual de amor e comunhão
Na exata dimensão que sempre quis
A brisa enciumada, sem razão, se fez
A Lua lumiou com tanta insensatez
Tua doçura, nossa ternura
Na ciranda o acalanto em nós
Borda o manto de não sermos sós
Ao sentimento, asas e vento
Assim refletimos: Viver!
Na vidraça de minh’alma
Chegaste com calma, envolto de luar
Meu olhar, tão de mansinho
Brejeiro, fez ninho
Para te encontrar
A noite, então, tornou canção
De um jeito que ninguém diz
Místico ritual de amor e comunhão
Na exata dimensão que sempre quis
A brisa enciumada, sem razão, se fez
A Lua lumiou com tanta insensatez
Tua doçura, nossa ternura
Na ciranda o acalanto em nós
Borda o manto de não sermos sós
Ao sentimento, asas e vento
Assim refletimos: Viver!



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