
El Duende Del Chamamé
Luiz Carlos Borges
Vem nesta gaita que me acompanha
Todas as manhas do meu querer
E dentro dela vida se acende
Trago el duende del chamamé
Sou brasileiro mas minha sina
É correntina tal qual
Corto as fronteiras indeferidas
Gastando a vida num chamamé
Sei que as divisas
E seus matizes
São cicatrizes
Que a pampa tem
Porém meu tino
De gado alçado
Só deste lado
Não se contém
Quem traz el duende junto consigo
Sabe o que digo e é bem assim
Quando em silêncio a vida emociona
Minha cordeona fala por mim
Eu sou mesclado de rio e gente
E nas enchentes o povo crê
Que no meu leito largo e profundo
Encharco o mundo de chamamé
Se sobre as águas meu olhar voa
Numa canoa rasgo o Uruguai
E o sangue índio chamameceiro
Se esvai inteiro num sapucaí
E nem covida duende en Argentina
Mario Medina e Saqueo Esquevena
Pompamarola e Tagarros Rós
E Ernesto Montieri
Vem nesta gaita
Vem na guitarra
Toda esta garra
Pra quem me vê
E esta la marra
No me surprende
Que trago el duende
Del chamamé
Quem traz el duende junto consigo
Sabe o que digo e é bem assim
Quando em silêncio a vida emociona
Minha cordeona fala por mim
Eu sou mesclado de rio e gente
E nas enchentes o povo crê
Que no meu leito largo e profundo
Encharco o mundo de chamamé



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