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Amargos e Rodadas

Milton Sica

Quando mateio boto o freio na saudade de verdade
E o chimarrão de mão em mão
Traz-me um alento para lutar

Coisas que nascem e renascem sem dar tempo
Ao sofrimento
Em cada gole deste apojo que no BMJO vai brotar

A cada trago deste amargo que se expande pelo sangue
Saram feridas, brotam vidas novamente sem saber
Cada rodada do meu mate neste imbate
Aviva esperas, que em cada era primaveras refloreçam meu viver

Chimmarrão, chimarrão
Eu sorvo quente pra aquecer meu coração
Chimmarrão, chimarrão
Eu sorvo quente pra aquecer meu coração

Em cada tombo abra o rombo pra coragem que eu preciso
Para ser mais liso
Mais humano em cada passo da existência

E que as rodadas já levadas pela vida nas agruras
Revivam puras
E esperanças milagrosas na consciência


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